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Tubo de Raios Catódicos

Por volta de 1887 um cientista inglês chamado Joseph John Thomson fez experiências com tubo de raios catódicos, e concluiu que os raios catódicos são na verdade, constituídos pelo fluxo de partículas menores que o átomo e dotadas de carga elétrica negativa. Estava descoberto o elétron.

 

Tubos de raios catódicos: São tubos de vidro que contém nas duas pontas extremidades metálicas (chamadas de eletrodos) ligadas a uma bateria. Quando a pressão dentro desse tubo é diminuída, o gás entre os eletrodos transmite certa luminosidade (Você verá um tubo desses se olhar para a lâmpada fluorescente, que tem na sua casa ou escola), mas quando abaixarmos muitíssimo a pressão (cerca de 100mil vezes a pressão ambiente) a luminosidade desaparece, restando apenas uma mancha luminosa atrás do pólo positivo (chamado de raio catódico). Obs: Os raios catódicos são formados independentes do tipo de gás utilizado.

 

O tubo de daios catódicos consiste em produzir uma descarga elétrica, através de um gás em baixa pressão, aplicando-se uma grande diferença de potencial entre os dois eletrodos colocados dentro do mesmo. Quando o gás do tubo for conservado a uma pressão menor que a milésima parte da pressão atmosférica, não são mais observados os efeitos visíveis dentro do tubo, mas é percebida uma mancha luminosa na parede do tubo diretamente oposto ao catodo.

 

A aproximação de um imã perto do feixe luminoso provoca a sua deflexão, permitindo conhecer a sua carga elétrica.